Somos chegados ao final de mais um ano. Queiramos ou não, aceitemo-lo ou não, muito do que tivemos foi resultado do que pensámos, das coisas em que pusemos energia, das escolhas que fizemos (e das escolhas que escolhemos não fazer), das reacções que tivemos perante os desígnios da nossa própria existência.
Nem tudo depende de nós, e existem mais factores do que aqueles que possamos elencar de improviso que condicionam as cir...